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Área de atuação

Direito de Família
e Sucessões
em Belo Horizonte

Quem tem empresa tem vida pessoal, e no Brasil as duas se cruzam mais do que se gostaria. Divórcio, união estável, herança e partilha atingem diretamente a participação societária, a renda e o patrimônio construído. Tratamos essas questões com a mesma leitura de sempre: pessoa e empresa na mesma análise.

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Divórcio, herança e a empresa: por que essas questões não se separam

No Brasil, o patrimônio de quem empreende raramente está apenas em imóveis e aplicações. Está, sobretudo, na participação societária, o ativo mais difícil de avaliar, o menos líquido e o que mais gera disputa quando um casamento termina ou quando alguém falece. Tratar essas questões sem olhar a empresa é a origem da maior parte dos processos que se arrastam por anos.

Em um divórcio, a quota entra ou não na partilha conforme o regime de bens e a data de aquisição. Entrando, surge a pergunta que trava tudo: quanto vale? Capital social registrado na Junta Comercial quase nunca reflete a realidade; valor de mercado depende de método de avaliação; e cada parte tende a defender o critério que lhe favorece. Definir o método, produzir o balanço de determinação e desenhar a forma de pagamento é o que transforma uma disputa indefinida em uma conta com resposta.

Na sucessão, o problema é outro: a ausência de planejamento. Sem doação em vida, sem cláusulas de proteção e sem regra de administração, a morte de um sócio transfere aos herdeiros uma participação que eles não sabem administrar, muitas vezes em conjunto com pessoas que não escolheram. O inventário, enquanto isso, consome tempo e imposto, e a empresa segue funcionando sem decisão.

Também há o inverso: questões familiares que atingem a empresa sem que ninguém perceba. Regime de bens do sócio, união estável não formalizada, dívida pessoal com aval e pensão fixada sobre renda mal apurada são situações que aparecem depois, no meio de uma negociação ou de uma venda, como passivo que ninguém mapeou.

Responsabilidade técnica Diego Garcia OAB/MG 104.770 · atualizado em julho de 2026

Quando nos procurar

Situações que chegam até nós.

Se você se reconhece em alguma delas, a conversa vale a pena, mesmo que a conclusão seja a de que ainda não é hora de agir.

Você vai se divorciar e tem participação em empresa

A quota entra na partilha conforme o regime de bens, e o valor dela precisa ser apurado tecnicamente, não estimado.

Existe união estável, formal ou não

A união estável produz efeitos patrimoniais mesmo sem papel assinado, e isso alcança bens adquiridos no período.

Vocês vão casar e há patrimônio ou empresa envolvida

O pacto antenupcial é o instrumento que define, antes, o que seria discutido depois.

Um familiar faleceu e há bens a partilhar

Inventário tem prazo, custo tributário e caminhos diferentes conforme haja consenso entre os herdeiros.

Há pensão alimentícia a fixar, revisar ou executar

Renda de empresário raramente é salário: apurá-la exige leitura de pró-labore, distribuição de lucros e retiradas.

Guarda e convivência precisam ser definidas

Acordo bem construído evita anos de disputa e protege quem menos deveria estar no meio dela.

O que fazemos

Serviços desta área.

Escopo definido por escrito antes de começar, com responsável, prazo e condições acordados.

Divórcio e dissolução de união estável

Condução consensual ou litigiosa, partilha de bens, definição de alimentos e regularização da situação patrimonial.

Partilha com participação societária

Apuração do valor da quota, definição da forma de pagamento e proteção da continuidade da empresa durante o processo.

Pacto antenupcial e contrato de convivência

Escolha do regime de bens e cláusulas que definem previamente o tratamento do patrimônio e da participação empresarial.

Alimentos

Fixação, revisão, exoneração e execução, com apuração de renda em cenários de rendimento variável ou empresarial.

Guarda, convivência e questões parentais

Acordos e ações relativas a guarda, convivência, autorizações e reconhecimento de paternidade.

Inventário, testamento e partilha

Inventário judicial e extrajudicial, planejamento da parte disponível, cumprimento de testamento e resolução de conflitos entre herdeiros.

Antes de o problema chegar: a estruturação preventiva do patrimônio da família é tratada na área de Holding, Sucessão e Patrimônio.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre família e sucessões.

Depende do regime de bens e do que o contrato social prevê. Na maior parte dos casos, o ex-cônjuge tem direito ao valor correspondente à participação, e não ao ingresso na sociedade como sócio administrador. Contratos sociais e acordos de sócios bem redigidos tratam expressamente disso, justamente para que a empresa não seja arrastada para dentro do divórcio.

Por avaliação técnica, normalmente com balanço de determinação e, conforme o caso, avaliação do negócio por rentabilidade. Não é o capital social registrado na Junta Comercial, que costuma estar desatualizado, nem o valor que uma das partes acredita que a empresa valha. A divergência sobre método é uma das principais causas de litígio prolongado nesses casos.

Pode gerar. A união estável se caracteriza pela convivência pública, contínua e duradoura com intenção de constituir família, independentemente de registro. Reconhecida a união, aplica-se, em regra, o regime de comunhão parcial aos bens adquiridos no período. É por isso que o contrato de convivência existe: para definir antes o que, sem ele, será discutido depois.

O extrajudicial, feito em cartório quando todos os herdeiros são maiores, capazes e concordam, costuma ser resolvido em semanas depois de reunida a documentação. O judicial, necessário quando há menor, incapaz, testamento ou litígio, leva de meses a anos. Há também prazo legal para abertura, cujo descumprimento gera multa sobre o imposto de transmissão.

Olhando o conjunto: pró-labore, distribuição de lucros, retiradas, benefícios pagos pela empresa e padrão de vida efetivo. Empresário raramente tem contracheque, e a análise contábil costuma ser decisiva, tanto para quem paga quanto para quem recebe.

Frequentemente sim, e quase sempre é melhor. Divórcio, partilha, alimentos, guarda e inventário podem ser resolvidos por acordo, com escritura pública quando cabível. Custa menos, resolve mais rápido e preserva relações que vão continuar existindo depois, especialmente quando há filhos ou empresa em comum.

Atuação local e nacional

Família e Sucessões a partir de Belo Horizonte.

A sede do Ciatos Jurídico fica no bairro Luxemburgo, em Belo Horizonte. Nesta área, atendemos clientes em Minas Gerais e em outros estados, presencialmente ou por canais digitais, com apoio local quando o caso exige.

Primeiro contato

Traga o problema.
Nós olhamos a empresa inteira.

A primeira conversa serve para entender o seu cenário e dizer, com honestidade, se temos como ajudar, e como.

1

Você fala com um advogado

Não com atendente e não com robô. Quem ouve o caso é quem vai conduzi-lo.

2

Diagnóstico antes de proposta

Entendemos o cenário completo, inclusive os números, antes de falar em honorários.

3

Escopo e valor por escrito

Você recebe o que será feito, por quem, em quanto tempo e por qual valor. Sem surpresa no meio do caminho.

SedeRua Guaicuí, 715, Luxemburgo, Belo Horizonte / MG
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